A mesma folha de análise, agora com as premissas editáveis. Mude qualquer número abaixo — ticket médio, taxa, custo fixo, investimento — e todo o resto (DRE, liquidez, ROE, ciclo de caixa, ponto de equilíbrio, VPL/TIR/payback) recalcula na hora, no seu navegador.
Cloudflare R2 aqui é só o cache de build/ISR do Next.js (wrangler.jsonc) — não guarda vídeo nem material de curso, por isso não escala com o catálogo. Materiais de curso (PDFs/slides) ficam no Supabase Storage (bucket lesson-materials), dentro do armazenamento incluso do Pro nas faixas simuladas aqui.
O que ainda fica fixo aqui, de propósito (sinalize se algum destes deixar de valer pro seu volume real): Workers/Supabase Pro/e-mail — dependem de tráfego e linhas de banco, não só do catálogo, e ficam dentro do incluso dos planos nas faixas simuladas; marketing — não modelei CAC nem gasto crescendo junto com a meta de crescimento de produtores/cursos; contador — não modelei o preço subir ao trocar de regime tributário ou faixa de faturamento; suporte/moderação a produtores — aprovação de saque hoje é manual (/admin/saques) e não tem custo de headcount aqui, mas o volume de trabalho cresce com o nº de produtores.
DEFAULT_VIDEO_PROVIDER no código
Preços reais de costEstimate.ts: Cloudflare Stream cobra US$0,005/min armazenado/mês + US$0,001/min entregue (sem faixa grátis — escala linear com catálogo e vendas). Supabase Storage só cobra excedente acima do incluso no Pro (100GB armazenados, 250GB de egress não-cacheado/mês) — por isso pode aparecer R$0,00 até o catálogo/tráfego passar desse ponto. Assume 1 curso assistido por venda (simplificação); ajuste "duração média por curso" se seu catálogo tiver aulas muito mais longas ou curtas que 3h. O ponto de equilíbrio usa a entrega por venda como taxa fixa de referência (exata no Stream; no Supabase Storage ignora a faixa grátis de egress, então é uma aproximação — o DRE de cada cenário abaixo já aplica a faixa grátis corretamente).
Tabelas do Simples Nacional (Anexo III/V) e alíquotas de Presumido (IRPJ 15%+adicional, CSLL 9%, PIS 0,65%, COFINS 3% sobre presunção de 32% para serviços) são as vigentes em 2025 — atualizam por lei/IN da Receita, então confira com seu contador antes de decidir. O DAS-MEI usa o salário mínimo de 2025 (R$ 1.518).
Os três cenários diferem no volume mensal de vendas: Prejuízo usa o volume estimado no mês 1 da progressão de crescimento (painel "Crescimento" acima), Lucro usa o volume estimado no mês final do Horizonte, e Equilíbrio é sempre o ponto de equilíbrio exato calculado a partir das premissas. Edite as premissas de crescimento/catálogo ou o Horizonte para atualizar os três. Posição patrimonial projetada ao fim do 12º mês operando naquele volume mensal constante.
Cada linha recalcula assim que você muda uma premissa acima.
Os indicadores abaixo (liquidez, ROE, VPL, TIR, payback, valuation...) continuam calculados sobre o resultado pré-impostos — este bloco estima só o imposto devido no regime escolhido, para você comparar regimes sem reconstruir todo o modelo de capital.
Sem empréstimo — o "passivo" é 100% operacional: fatura de fornecedor em aberto e saldo de produtor ainda não sacado (carteira interna).
A margem bruta não muda entre cenários — o custo de gateway é ~fixo por venda. O que muda é se o volume cobre o custo fixo: alavancagem operacional pura.
Sem estoque e com prazo do fornecedor ≈ prazo do Asaas, o ciclo de caixa tende a zero e a NCG fica negativa: a operação sobra caixa em vez de consumir.
O caixa parado na conta Asaas — seu, ou dos produtores esperando saque — já pode estar rendendo automaticamente em CDB/CDI com liquidez diária. É dinheiro que cai fora da operação principal, mas ajuda a cobrir custo fixo nos meses fracos. Não reinveste no caixa do mês seguinte aqui — é só o efeito daquele mês, pra manter a conta simples.
No ponto de equilíbrio contábil (cobre o custo do mês) o VPL do investimento continua negativo — cobrir custo corrente não é o mesmo que recuperar o capital investido. São dois "equilíbrios" diferentes.
Projeção mês a mês, do mês 1 ao Horizonte (VPL & progressão) definido no painel "Capital, ciclo de caixa & cenários" acima. Cada curso projetado gera, em média, "vendas médias por curso" vendas/mês — é essa premissa que converte o crescimento do catálogo em receita e resultado abaixo, usando a mesma economia por venda (ticket, taxas, custo fixo, regime tributário) do restante da folha. O mês 1 e o mês final desta progressão também definem, respectivamente, os cenários de Prejuízo e Lucro na seção Financeira e nos chips abaixo — mude as premissas aqui para atualizar os três cenários principais da folha.
| Mês | Produtores | Cursos | Vendas est./mês | Receita da plataforma | Resultado após impostos |
|---|
No modo composto (sobre o mês anterior), o crescimento acelera mês a mês porque a taxa incide sobre uma base cada vez maior. No modo linear (sobre o total da plataforma), a taxa incide sempre sobre o total atual informado acima, então o número de novos produtores/cursos por mês fica constante. A receita/resultado assume que todo curso novo já vende no ritmo médio desde o primeiro mês (sem rampa de maturação) e que o custo fixo não escala com o catálogo — simplificações deliberadas, ajuste "vendas médias por curso" se quiser refletir uma curva mais realista.
Frameworks estruturais não têm "cenário de lucro" — ficam de referência, sem input, com conteúdo tirado do comparativo de mercado do próprio projeto (docs/materiais estudo.html).
cron-worker./admin/saques, hoje manual) — gargalo se o volume crescer sem automação.Liquidez acima de 3× costuma aparecer mesmo no cenário de prejuízo — sozinha, parece saudável. É o ciclo de caixa, o ROE e o runway que mostram o que ela esconde. Mexa nas premissas e observe quando isso deixa de ser verdade.
— fim da folha —